Que de nada se faça
tudo
E que do fim o
infinito
Do tempo estranho e
obscuro
Á uma imagem de um ser
seguro
Da vida surjam pacifistas
Ao invés de nazistas
Que se faça a graça do
senhor
Sem a importância do
pecador
Que me falas a voz da
loucura
E que escute a minha
genuína desenvoltura
Que creia; que idolatre as idéias
Pertinentes idéias
Que luz é esta?
Apagues tais
pertinências
De nada adianta tais
idolatrias aonde esta para ir
Sei que temes; mas teu
medo nem compreende o por vir
Da luz saia a verdade
Sem mais contravenções
Que tudo se
contrabalance
No mais singelo do
romance
Sonhos hão de
continuar sendo esperanças
E que a vida seja
repleta de crianças
Sem desperdício da
vida
Sem ida nem saída
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